Com o apoio da Delta Máquinas Têxteis, por meio da calandra de sublimação, indústria de moda infanto-juvenil ganhou eficiência, agilidade, qualidade e autonomia criativa
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O Grupo Abrange, empresa brasileira de moda info-juvenil com 20 anos de mercado, decidiu internalizar um dos processos mais estratégicos da sua operação ao investir no setor de sublimação, etapa até então terceirizada. E para isso, contou com a expertise da Delta Máquinas Têxteis, focada em equipamentos que aceleram a produtividade no segmento.
A parceria entre as corporações iniciou-se em 2023, na Itália, durante a ITMA, uma das maiores feiras têxteis do mundo: foi lá que o Grupo Abrange conheceu e adquiriu uma revisadeira. Com o aumento das demandas industriais, a aposta seguinte foi na calandra de sublimação, um equipamento desenvolvido para alta precisão, velocidade e padronização, que passou a transformar o fluxo produtivo da empresa. Na prática, o equipamento substitui prensas manuais, reduz gargalos produtivos e assegura padronização visual e qualidade consistente nas estampas, mesmo em produções de maior complexidade. A calandra se destaca pelo aquecimento uniforme do cilindro térmico, alta estabilidade de temperatura e capacidade de processar grandes volumes de tecido, tanto em rolos quanto em peças cortadas.
“Na moda hoje o foco não é produção em grande quantidade, mas sim em grande variedade. E a tecnologia é essencial para isso. A instalação da Calandra de Sublimação foi decisiva para a nossa produtividade, possibilitando melhorar ainda mais o processo criativo e o desenvolvimento das artes e estampas”, afirma Geovane Rech, sócio-proprietário do Grupo Abrange.
A mudança trouxe ganhos diretos em agilidade, controle de qualidade e liberdade criativa — fatores estratégicos para uma marca que atua em um mercado cada vez mais guiado pela diversidade de coleções e não apenas por volume. O Grupo Abrange produz roupas para bebês e crianças de até 14 anos, atendendo mais de 2 mil pontos de venda no Brasil, operando e-commerce próprio e exportando para países da América Latina.
Para Fábio Kreutzfeld, CEO da Delta Máquinas Têxteis, a calandra representa um salto estrutural no modelo de produção dos clientes. “Quando uma indústria investe em uma calandra como a da Delta Máquinas, ela não está apenas comprando um equipamento, mas reestruturando seu fluxo produtivo. Falamos de redução de retrabalho, aumento de velocidade, padronização de processos e autonomia sobre a própria criação, o que gera impacto direto em competitividade e previsibilidade de entrega”, avalia.
Com a internalização da sublimação, o Grupo Abrange ganhou ritmo, autonomia e controle sobre uma das etapas mais sensíveis da cadeia têxtil. “A Delta foi muito aberta a nos ouvir em termos de necessidade, o que a gente buscava, as particularidades do nosso produto e adaptaram o equipamento para nos atender naquilo que precisávamos”, destaca Victor Hugo Reinke, gerente industrial do Grupo Abrange.
Roberta Koki
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