Marca amplia portfólio com linha de soluções térmicas para estamparia digital e aposta em máquina de corte para resolver gargalo até então manual do processo

O DTF (Direct to Film) se consolidou como uma das técnicas de maior crescimento na estamparia digital brasileira nos últimos anos. Mas depois que a estampa sai impressa no filme, a produção em DTF ainda é, com frequência, realizada em etapas manuais e de baixa produtividade, especialmente no corte. A Censi Máquinas, fabricante catarinense de equipamentos para corte, identificação e acabamento têxtil,aposta na automação desta etapa com o lançamento da Film Cutter 650, cortadora automática de filme DTF.

Com controle por CLP, interface touch screen e plataforma a vácuo (que mantém o filme estável durante o corte, evitando rugas e imprecisões), a Film Cutter 650 automatiza uma etapa que até então dependia inteiramente da habilidade manual do operador. A máquina é compatível com larguras de até 65 cm de corte e trabalha tanto com filme DTF quanto com PET, PVC e bobinas de papel, o que amplia seu uso para além da estamparia têxtil, alcançando também sinalização, rotulagem e embalagem.

“O corte sempre foi o ponto que mais travava o fluxo de quem trabalha com DTF em escala. Com a Film Cutter, fechamos esse ciclo: da impressão do filme até a prensagem final, o cliente ganha padronização em todas as etapas, não só em parte delas”, afirma Sheila Censi Braun, diretora da Censi.

A nova solução engloba a linha da Censi para o segmento térmico que traz outras novidades indicadas para além da etapa de corte. A FusionPress Twin 140 chega como uma prensa pneumática com sistema de aquecimento duplo e selecionável: calor pela parte superior para transfers tradicionais e DTF, ou calor pela base para apliques 3D, etiquetas emborrachadas e materiais com relevo, dispensando a necessidade de equipamentos distintos para cada tipo de acabamento. Já a FusionPress Raise 140, versão invertida da prensa, foi pensada para aplicações em que preservar volume, brilho e definição do material é prioridade; a máquina aquece exclusivamente pela base, o que evita o risco de amassar ou marcar acabamentos mais delicados.

“Com a Twin e a Raise, o cliente deixa de precisar de duas ou três máquinas diferentes para dar conta de materiais distintos. A escolha de onde vem o calor é o que muda tudo: preserva relevo, brilho e textura sem perder produtividade. É isso que o mercado de acabamento térmico está pedindo agora”, diz Sheila.

Juntas, as três soluções cobrem o fluxo final de produção da estamparia digital, do corte do filme à prensagem, incluindo materiais que antes exigiam cuidados especiais e equipamentos separados. A proposta da Censi é reduzir a distância entre o pedido do cliente e a entrega do produto, sem abrir mão de precisão, padronização e agilidade em cada etapa do processo.

Com 28 anos de mercado, a Censi, situada em Gaspar (SC), é referência nacional na fabricação de tecnologias para corte e acabamento têxtil, além de ser a única indústria brasileira produtora de equipamentos para identificação. Desenvolvedora de soluções duráveis e adaptadas às exigências da NR12 para os segmentos de vestuário, casa, acessórios, revestimentos e comunicação visual, a empresa possui engenharia própria, pautada pela durabilidade dos equipamentos e primando pela padronização dos processos produtivos.

Fonte: Roberta Koki / Trevo Comunicação

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