Com peças exclusivas que valorizam técnicas ancestrais de tecelagem e estamparia, marca celebra o trabalho de artesãos de diferentes partes do mundo
A ethne chega a São Paulo com um espaço no CJ Fashion, loja de departamentos de 4 mil m² com formato inédito no Brasil, que abre as portas para o público no sábado, 26 de setembro, no Shopping Cidade Jardim.
Lançada em setembro de 2017, a ethne, cujo nome significa “nações estrangeiras” em grego, reflete a essência cosmopolita e o olhar para diferentes territórios e tradições. A marca nasceu da paixão de sua fundadora, Samira Campos, pelos tecidos e do desejo de desenvolver suas criações ao lado de artesãos qualificados e talentosos dos quatro cantos do mundo.
Foi após uma visita ao Block Print Museum, em Jaipur, na Índia, que Samira — até então jornalista de moda da TV Globo no Sul do Brasil, onde trabalhou por mais de 30 anos entrevistando renomados designers do cenário internacional — se apaixonou pela antiga técnica de estamparia realizada com blocos de madeira. A experiência marcou uma nova fase em sua trajetória e inspirou a criação da ethne.
Do block printing ao tear manual, do trabalho com tramas de palha ao macramê, do bordado à mão aos tingimentos como shibori e tie-dye, a ethne trabalha hoje com mais de 500 artesãos de diferentes origens. São block printers do Rajastão, na Índia; artesãos de ikat e suzani do Uzbequistão; bordadeiras do Afeganistão; artesãos de ráfia e seda de cacto do Marrocos; tecelões do Mali, na África; além de artesãos e povos indígenas do Brasil, que criam acessórios com palha de piaçava, e toquilleras do Equador, responsáveis por chapéus, bolsas e outros acessórios.
No CJ Fashion, a marca apresenta uma seleção que reflete esse universo por meio de kaftans, vestidos de espírito boho e modelagens amplas, em uma curadoria marcada pela exclusividade e pelo trabalho artesanal. As peças são desenvolvidas a partir de fibras naturais e tecidos como os levíssimos algodões malmal, a pura seda de amoreira e os ikats concebidos em tear manual. O resultado são criações que valorizam o fazer artesanal, a riqueza dos materiais e a combinação singular de referências culturais.
Mais do que uma marca de moda, a ethne reflete o olhar de Samira para um trabalho que conecta pessoas, territórios e saberes tradicionais. “Sou brasileira de nascimento, mas uma pessoa nômade de coração”, define a fundadora, que encontra na moda uma maneira de compartilhar histórias e preservar técnicas ancestrais de diferentes partes do mundo.
Fonte: MSG Comunicação



